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Nasci em Boa Vista-RR, mas moro em Sampa atualmente. Simples, dedicado, amigo e sonhador.

terça-feira, 27 de julho de 2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

rsrs

Os 10 discos mais vendidos no Brasil até hoje
Ana Carolina Prado 22 de julho de 2010

Só damos uma pista: nessa lista, a Xuxa brilha muito. Surpreenda-se e depois confesse: você tinha pelo menos um desses discos em casa, não tinha?

10º. Terra Samba ao vivo e a cores (Terra Samba, 1998) – 2.450.411



A banda de samba/pagode/axé se formou em 1991, mas foi em 1997/98 que estourou. Esse disco traz a versão ao vivo para a música “Liberar Geral”, que diz (umas 30 vezes): “Nada mal/ Curtir o Terra Samba não é nada mal/ Que legal/ É só entrar no clima e liberaaaar geral”.

9º. Mamonas Assassinas (1995) – 2.468.830



Foi o álbum de estréia e o único de estúdio da banda, que morreu em um acidente de avião em março do ano seguinte (1996). Em 1998 e 2006 foram lançados discos com versões ao vivo das músicas do primeiro.

8º. Xou da Xuxa (Xuxa, 1986) – 2.689.000



Foi o terceiro álbum de estúdio da Rainha dos Baixinhos, lançado junto com o programa de mesmo nome. Ela aparece na capa com uma blusa rosa transparente, o que causou certa polêmica na época. A clássica “Parabéns da Xuxa” (aquela do “Hoje vai ter uma feeesta…”), que sempre rolava em festas infantis, está lá.

7º. Um sonhador (Leandro e Leonardo, 1998) – 2.732.735



Lançado no ano em que Leandro morreu, o disco traz algumas das músicas mais famosas da dupla.

6º. Xegundo Xou da Xuxa (Xuxa, 1987) – 2.754.000



Depois de “bolo, guaraná e muito doce pra você”, Xuxa lançou o Xegundo Xou da Xuxa. Esse disco tem a música “Festa do Estica e Puxa” e “O Circo”, famosa nas festinhas com palhaços irritantes (quem não lembra de “Vem a foca com a bola no nariz, o elefante bancando o chafariz. Vem a macacada toda de uma vez”?).

5º. Xou da Xuxa 4 (Xuxa, 1989) – 2.920.000



Está ali “Tindolelê”, um clássico da infância cheio de onomatopéias misteriosas: “Eu quero ver/ Tindolelê/ Nheco nheco/ Xique xique/ Balancê”.

4º. Só Pra Contrariar (1997) – 2.984.384



Quarto álbum de estúdio do grupo de samba/pagode de Uberlândia. Tem a música “Mineirinho”, que quase todo mundo dançava nos churrascos da vida. Com o sucesso, eles foram convidados a gravar um álbum em espanhol, que vendeu 700 mil cópias nos países latinos.

3º. Leandro e Leonardo (1990) – 3.145.814



“Pensa em mim/ Chore por mim/ Liga pra mim/ Não, não liga pra eeeeele….”. E comemore com eles. O clássico “Pensa em mim” ajudou o quarto álbum de estúdio da dupla a ocupar a terceira posição entre os mais vendidos.

2º. Xou da Xuxa 3 (Xuxa, 1988) – 3.216.000



O disco da Xuxa mais bem posicionado no ranking do top 10 dos mais vendidos. “Ilariê” e “Brincar de Índio” ajudaram o Xou da Xuxa 3 a desbancar os outros três álbuns do TOP 10. O hit “Ilariê” ficou em 1º lugar por 12 semanas nas paradas brasileiras.

1º. Músicas para louvar o Senhor (Padre Marcelo Rossi, 1998) – 3.228.468



E o disco mais vendido…. é divino. Com esse álbum, o primeiro da carreira de Marcelo Rossi, o padre do movimento Renovação Carismática Católica passou a freqüentar religiosamente os programas de auditório para cantar seus sucessos e mostrar coreografias. Ele já gravou outros 8 álbuns em estúdio desde então.

terça-feira, 6 de julho de 2010

São Paulo de todos os palcos

Texto Rosana Jatobá

Por Rosana Jatobá
Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos,os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:- Recomendo um passeio pelo nosso "Central Park", disse um repórter. Mas evite ir ao Ibirapuera nos domingos, porque é uma baianada só!-Então estarei em casa, repliquei ironicamente.-Ai, desculpa, não quis te ofender. É força de expressão. Tô falando de um tipo de gente.-A gente que ajudou a construir as ruas e pontes, e a levantar os prédios da capital paulista?-Sim, quer dizer, não! Me refiro às pessoas mal-educadas, que falam alto e fazem "farofa" no parque.-Desculpe, mas outro dia vi um paulistano que, silenciosamente, abriu a janela do carro e atirou uma caixa de sapatos.-Não me leve a mal, não tenho preconceitos contra os baianos. Aliás, adoro a sua terra, seu jeito de falar....De fato, percebo que não existe a intenção de magoar. São palavras ou expressões que , de tão arraigadas, passam despercebidas, mas carregam o flagelo do preconceito. Preconceito velado, o que é pior, porque não mostra a cara, não se assume como tal. Difícil combater um inimigo disfarçado.Descobri que no Rio de Janeiro, a pecha recai sobre os "Paraíba", que, aliás, podem ser qualquer nordestino. Com ou sem a "Cabeça chata", outra denominação usada no Sudeste para quem nasce no Nordeste. Na Bahia, a herança escravocrata até hoje reproduz gestos e palavras que segregam. Já testemunhei pessoas esfregando o dedo indicador no braço, para se referir a um negro, como se a cor do sujeito explicasse uma atitude censurável.Numa das conversas que tive com a jornalista Miriam Leitão, ela comentava:-O Brasil gosta de se imaginar como uma democracia racial, mas isso é uma ilusão. Nós temos uma marcha de carnaval, feita há 40 anos, cantada até hoje. E ela é terrível. Os brancos nunca pensam no que estão cantando. A letra diz o seguinte:"O teu cabelo não nega, mulataPorque és mulata na corMas como a cor não pega, mulataMulata, quero o teu amor"."É ofensivo", diz Miriam. Como a cor de alguém poderia contaminar, como se fosse doença? E as pessoas nunca percebem.A expressão "pé na cozinha", para designar a ascendência africana, é a mais comum de todas, e também dita sem o menor constragimento. É o retorno à mentalidade escravocrata, reproduzindo as mazelas da senzala.O cronista Rubem Alves publicou esta semana na Folha de São Paulo um artigo no qual ressalta:"Palavras não são inocentes, elas são armas que os poderosos usam para ferir e dominar os fracos. Os brancos norte-americanos inventaram a palavra 'niger' para humilhar os negros. Criaram uma brincadeira que tinha um versinho assim:'Eeny, meeny, miny, moe, catch a niger by the toe'...que quer dizer, agarre um crioulo pelo dedão do pé (aqui no Brasil, quando se quer diminuir um negro, usa-se a palavra crioulo).Em denúncia a esse uso ofensivo da palavra , os negros cunharam o slogan 'black is beautiful'. Daí surgiu a linguagem politicamente correta. A regra fundamental dessa linguagem é nunca usar uma palavra que humilhe, discrimine ou zombe de alguém".Será que na era Obama vão inventar "Pé na Presidência", para se referir aos negros e mulatos americanos de hoje?A origem social é outro fator que gera comentários tidos como "inofensivos" , mas cruéis. A Nação que deveria se orgulhar de sua mobilidade social, é a mesma que o picha o próprio Presidente de torneiro mecânico, semi-analfabeto. Com relação aos empregados domésticos, já cheguei a ouvir:- A minha "criadagem" não entra pelo elevador social !E a complacência com relação aos chamamentos, insultos, por vezes humilhantes, dirigidos aos homossexuais ? Os termos bicha, bichona, frutinha, biba, "viado", maricona, boiola e uma infinidade de apelidos, despertam risadas. Quem se importa com o potencial ofensivo?Mulher é rainha no dia oito de março. Quando se atreve a encarar o trânsito, e desagrada o código masculino, ouve frequentemente:- Só podia ser mulher! Ei, dona Maria, seu lugar é no tanque!Dependendo do tom do cabelo, demonstrações de desinformação ou falta de inteligência, são imediatamente imputadas a um certo tipo feminino:-Só podia ser loira!Se a forma de administrar o próprio dinheiro é poupar muito e gastar pouco:- Só podia ser judeu!A mesma superficialidade em abordar as características de um povo se aplica aos árabes. Aqui, todos eles viram turcos. Quem acumula quilos extras é motivo de chacota do tipo: rolha de poço, polpeta, almôndega, baleia ...Gosto muito do provérbio bíblico, legado do Cristianismo: "O mal não é o que entra, mas o que sai da boca do homem".Invoco também a doutrina da Física Quântica, que confere às palavras o poder de ratificar ou transformar a realidade. São partículas de energia tecendo as teias do comportamento humano.A liberdade de escolha e a tolerância das diferenças resumem o Princípio da Igualdade, sem o qual nenhuma sociedade pode ser Sustentável.O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque , em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorancia e alimenta o monstro da maldade.Até que um dia um trabalhador perde o emprego, se torna um alcóolatra, passa a viver nas ruas e amanhece carbonizado:-Só podia ser mendigo!No outro dia, o motim toma conta da prisão, a polícia invade, mata 111 detentos, e nem a canção do Caetano Veloso é capaz de comover:-Só podia ser bandido!Somos nós os responsáveis pela construção do ideal de civilidade aqui em São Paulo, no Rio, na Bahia, em qualquer lugar do mundo. É a consciência do valor de cada pessoa que eleva a raça humana e aflora o que temos de melhor para dizer uns aos outros.
PS: Fui ao Ibirapuera num domingo e encontrei vários conterrâneos. ..
Rosana Jatobá
Rosana Jatobá é jornalista, graduada em Direito e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da Universidade de São Paulo. Também apresenta a Previsão do Tempo no Jornal Nacional, da Rede Globo. Esse texto é parte da série de crônicas sobre Sustentabilidade publicada na CBN

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E se foi mais uma COPA!

Tem tempo que não escrevo, mas hoje ao ver uma cena na rua no caminho para a empresa, fiquei pensativo demais e resolvi colocar no papel algumas palavras sobre minhas impressões.
Ao descer na Estação Barra Funda, deparo-me com um cidadão rasgando uma bandeira do Brasil, supostamente nervoso e irritado pelo resultado do jogo com a Holanda. Olhei e comecei a refletir sobre o sentimento patriota do brasileiro, e percebi o quanto estamos longe de torcer, de fato, pelo Brasil.
E aqui não vou exercer o falso moralismo, quem não gosta de futebol, pelo menos adorou o “mata-trabalho” dos últimos dias, incontestavelmente, uma folguinha extra que vem ajudar a renovar as energias.
Já os mais entendidos no assunto, viraram técnicos, analistas, comentaristas, juízes e alguns praticamente entraram em campo.
As vuvuzelas, ensurdecedoras, como bem traduziu uma amiga minha, foram a m*%&@ desta copa, quanto barulho!
Fico emocionado quando vejo a reunião das pessoas, a alegria, o “vestir a camisa”, as comemorações. É uma energia que poucas situações conseguem levar o brasileiro a ter. As pessoas esquecem os problemas, esquecem o trabalho, esquecem as diferenças.
Não acredito que seja apenas festa, mas um movimento que envolve a torcida, o sentimento de explosão, os olhos cheios de água, coisa de quem houve o hino nacional e se emociona.
Numa antítese maluca da vida, não vemos essa energia em outras situações do dia-a-dia do brasileiro. Amanhã, e principalmente amanhã, todos já acordam mal humorado, infelizes: com seu trabalho, com o metrô lotado, com o chefe ranzinza, com a rotina da vida.
Amanhã acaba a magia e a realidade volta à tona, porque a gente pode até torcer pra seleção brasileira de futebol, mas torcer pra nós mesmos está bem difícil...pra que né? Melhor esperar o carnaval e comemorar de novo!
E assim segue a vida esperando o hino nacional tocar de novo, um comício, a próxima festa popular, o próximo feriadão...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Nova cara!!!

A partir de hoje o blog passa a ser mais interativo, estarei postando diversas informacoes sobre turismo, comportamente, indicacoes de sites e outros blogs, alem de noticias diversas do mundo contemporaneo.

Espero que gostem.

Abs

Paulo

sábado, 2 de janeiro de 2010

2010

De volta ao blog...pensei e repensei! A partir de segunda-feira volto com um novo formato!
Desejo a todos um feliz 2010!